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27 de janeiro de 2011

"Faxina da alma" Carlos Drummond de Andrade


Não importa onde você parou,  em que momento da vida você cansou. 

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo.

Sofreu muito  nesse  período?

Foi aprendizado. Chorou muito?

Foi limpeza da alma. Ficou com raiva das pessoas?

Foi para perdoá-las um dia.

Sentiu-se só por diversas vezes?


É porque fechaste a porta até para os anjos. 

Acreditou que tudo estava perdido?

Era o início da tua melhora. 

Pois é... agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa.

Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando...


Ta  se sentindo sozinho?

Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período deisolamento".

Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu  para "chegar"  perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis.

O mau humor vai comendo nosso fígado,  até a boca fica amarga.



Recomeçar... 

Hoje é um bom dia para começar novos desafios. 

Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto!

Queira o melhor do melhor. 

Queira coisas boas para a vida.

Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.

Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos.


Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor  vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da faxina mental.

Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes.

Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.

Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração.

Fique pronto para a vida, para um novo amor. 

Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes  de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o "Amor". 

Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.



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